Produção de Filmes II

Diário de Bordo colectivo do 2º ano da ESTC

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Esclarecimento

Publicado por milagre23 em Junho 22, 2009

Estou a ponderar fazer um longo post de balanço deste semestre para esclarecer alguns assuntos pendentes mas, para já, outro esclarecimento.

O diário de bordo é um trabalho académico e, neste caso, sei que, por inerência, haverá sempre considerações de ordem pessoal. Por isso aceito-as com tolerância porque os trabalhos são pessoais, de vós para mim e não os partilho com ninguém, mas tento fazer uma certa triagem e concentro-me noutro tipo de informações que me parecem mais objectivas. Neste momento, por este diário de bordo ser público, com o meu consentimento, tendo em conta o conteúdo deste último post e respectivo comentário, já se mistura o trabalho académico com o desabafo pessoal, postado publicamente no blog da turma e consequentes comentários da mesma índole.

Se quiserem continuar esta conversa, têm todo o direito e eu jamais censurarei uma palavra, mas façam-no a título pessoal como entrada de blogue e não como trabalho académico e comentários ao mesmo. É necessário esclarecer esta confusão.

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Diário de bordo em 3 partes – PARTE 3

Publicado por luisbicudo em Junho 21, 2009

(adeus) Pós-produção
O regresso à casa amarela, não se esperava tão doentio, às vezes quando paro para pensar no que andamos lá fazer (várias espécies indefinidas de filmes), chego a acreditar que realmente somos todos loucos.
O professor Milagre bem nos avisou no devido tempo de tudo o que podia correr mal na pós-produção dos documentários, e tudo o que podia correr mal correu. Nem vale a pena particularizar, penso que todos sabem de todos os problemas.
Compreendo que seja recorrente a pós-produção sob pressão no mundo lá fora, mas acho completamente desnecessário um trabalho tão em cima do joelho num ambiente escolar. Talvez não tenha sido o caso para os primeiros filmes a serem rodados, mas seja como for, depois de tanto trabalho para rodar os filmes, porquê estraga-los com uma montagem às 3 pancadas para cumprir os prazos? e daí, falem-me de prazos, esses que são sempre adiados, pois não poderia ser de outra forma, é quase fisicamente impossível, toda a gente a fazer tudo ao mesmo tempo, não existem computadores suficientes, ah filmes que depois de montados e sonorizados vão e vem para baixo e para cima e parece que ninguém tem mão neles, para não falar de erros informáticos que teimam em não ser resolvidos, de computadores da guerra de 14, e a falta de organização tremenda tanto devido à escola como aos alunos (produtores principalmente).
E os gajos do som que se lixem, mas eu cumpri o prazo, o meu prazo era largar esta vida louca este domingo, sim claro, o sensato e responsável era ficar mais uma semana para a projecção e acertos finais, mas quero recuperar a vida que tinha antes deste sistema de produção suicida, e é verdade, descobri vida para além da ESTC, tenho mais em que pensar, outros projectos artísticos para concretizar e muito que nadar pedalar e correr, tudo coisas que poderiam ser feitas ao mesmo tempo da pós produção, se em vez de 2 semanas nos dessem 6, e porque não? Os filmes ficariam com toda a certeza melhores e a saúde dos alunos corria menos riscos.
Na ultima semana passei 4 noites na escola, não é exemplo para ninguém, mas a verdade é que encontrei outros malucos (não poucos) a fazer o mesmo, mas o que é que aquela gente está ali a fazer? porque apresentam cores enjoadas nas faces e têm longas conversas com a máquina de catering? vão mas é para casa que era o eu devia ter feito.
Lá me entregaram os Isolados para eu fazer o som na sexta-feira ao fim da tarde, em 24 horas trabalhei 14, fiz um bom trabalho? obviamente que não.
E por isto tudo e mais ainda meti-me hoje num avião a caminho de casa, ilha do Faial. Bem haja e até para o ano.

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Diários de bordo in progress

Publicado por milagre23 em Junho 21, 2009

Atenção a todos os que optaram por diários de bordo in progress sob a forma de blogues.

Deverão avisar-me quando derem por concluído o mesmo.

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Diário de bordo em 3 partes – PARTE 2

Publicado por luisbicudo em Junho 20, 2009

Isolados
Na segunda vez que estive na serra, passei lá 3 noites (salvo o tempo que deixou de existir nos entretantos), eu o Gonçalo e a Ana, galgamos toda aquela zona da serra, Catarredor, Vaqueirinho, Talasnal, Candal seguimos trilhos praticamente até à Lousã, e voltamos.
Com o Amândio como guia, privamos também com praticamente todas as pessoas da aldeia, enterramos machados de guerra e fumamos cachimbos da paz, foi impressionante a mudança que ocorreu (naqueles estranhos habitantes) na atitude perante nós entre o primeiro dia e a última noite. Não me esqueço da expressão do Pedro (do Vaqueirinho) ao chamar-nos de vampiros quando soube que éramos estudantes de cinema, não me esqueço da sinceridade e ternura com que o Amândio falou de um amor perdido, uma rapariga minha amiga da ilha do Faial, também ela estudante de cinema em paris, conheceram-se em Coimbra. Mais tarde a ternura também no olhar do Pedro, a pedir-nos desculpa por nos ter chamado vampiros, a revelar-nos a sua indignação contra o mundo e a humanidade, alguns do seus medos, e algumas das suas vontades, que passavam por tentar um nova vida na ilha do Pico.    Bom, ainda não reflecti muito, nem aprofundei estas estranhas coincidências que ligam a serra da Lousã aos Açores, mas ouvi outros tantos relatos a juntar a estes, deixo-os para outro diário que não este.
Depois de uma semana na terceira, voamos para Lisboa, passamos cá uma noite. Eu, o Gonçalo, o Mário e a Rita, continuámos juntos em rodagem e seguimos para a serra da Lousã logo no dia seguinte.
Se nos dias da ilha fui uma espécie de assistente de realização, sendo (já um hábito) pau para toda a obra. Agora na serra, o meu papel era um pouco diferente, como Director de som, tinha a obrigação de estar sempre colado à câmara, atento, ocupado com os aspectos técnicos da coisa. Este estado de alerta permanente, fez-me sentir frio, deslocado, vampiro. Durante a rodagem não me pude relacionar com as pessoas na mesma ordem com que me relacionei nas visitas anteriores, e isso sim, fez de mim um pouco máquina, e é aqui que a experiência se tornou um pouco paradoxal.
Um director de som com crises de realizador, fui-me abaixo um bocado. Num espaço onde o tempo não existe, não se pode aplicar um sistema de produção tão intensivo, este projecto merecia os mesmos dias de rodagem e a mesma esfera de tranquilidade de que dispusemos nos Açores. Até pelas condições complicadas de logística criadas pela montanha: rede de telemovel deficiente, estradas de terra muito mal tratadas etc e tal. juntando a chuva, a disparidade e falta de comunicação entre a equipa, mais a constipação que caiu sobre mim, tudo contribuiu para, digamos em sentido figurado, a minha falta de força para pegar na perche.
Talvez tenha sido o contraste entre os dois projectos e a sua proximidade que me abateram. de qualquer forma o que aconteceu foi uma incapacidade de lidar com as minhas emoções, coisa que não devia ter acontecido num ambiente profissional. concluindo, houve sons que ficaram por captar.

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Ahaaaannn

Publicado por milagre23 em Junho 19, 2009

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Diario de bordo em 3 partes – PARTE 1

Publicado por luisbicudo em Junho 19, 2009

Ocorre-me várias vezes à memória as palavras do Professor Milagre, quando nas aulas de Seminário de produção de filmes, fala do trabalho nas rodagens e na transformação das pessoas intervenientes em máquinas, ou seja, a distância absurda, que alguém que faça parte de uma equipa, mantém, transformando um trabalho artístico em mais uma manobra capitalista de virar frangos. Compreendo este problema e, não quero com toda a certeza, que me venha a acontecer a mim.
Por outro lado, tenho sentido em diversos projectos em que participo, principalmente nestes últimos dois documentários, a inversão deste sintoma: quero dizer, envolver-me demasiadamente nos filmes, seja criativamente na minha função, seja pensando fortemente neles, dedicando-me aos realizadores e resto da equipa, abdicando muitas vezes de mim próprio, não conseguindo evitar fortes ligações emocionais que acabam por me esgotar em todos os sentidos, e que em ultima análise acredito que prejudica o meu trabalho.
Se num dos casos O choro dos ilhéus haveria razões óbvias e plausíveis para esta ligação sentimental, pois sendo o argumentista dum projecto ligado à minha terra (Açores), a viagem foi realmente uma aventura emocional, uma espécie de Alice no país das maravilhas onde senti que toda a equipa mergulhou na gruta sem saber o que esperar, e de lá voltou sem saber o que fazer com o que encontrou. Para mim, pois claro, foi o reencontro com as minhas raízes e a minha infância, principalmente pelas festas do divino espirito santo, pois à já muitos anos que não me encontrava nas ilhas por altura destas festas.
No outro caso, o sítio de Catarredor, a estranha e mais alta aldeia no meio da serra da Lousã. Tal como a vida na montanha, foi duro fazer este documentário, estive lá duas vezes antes da rodagem com membros diferentes da equipa, e mais uma vez, encontrei na montanha uma espécie de refugio emocional, correr no meio da floresta fez-me um bem imenso na primeira vez que lá estive, ainda em abril, mas à medida que as pessoas se iam habituando a nós, dando-nos alguma confiança, descobri nelas todos os problemas difíceis de definir que me fazem sentir oprimido numa cidade como Lisboa.

Choro dos ilhéus

Eu acredito que apesar de tudo, a Laura é uma pessoa destemida, é preciso coragem para fazer um trabalho tão pessoal, foi preciso coragem para querer levar uma equipa da nossa escola e filmar um documentário na terceira. Confesso que da primeira vez que a Laura me falou da ideia, fiquei um pouco de pé atrás, ocorreu-me logo na imaginação todo o poder das ilhas, o quão bom e verdadeiro seria concretizar este projecto, na mesma medida em que senti que esta empreitada era deveras incompatível com os sistemas de produção da escola (em todos os sentidos), pensei “isto não vai resultar, quero muito fazer filmes nos açores, mas até que ponto é que a escola nos permite desenvolver um tema tão de autor, e de que maneira, com que forças me envolverei num projecto que parece ir contra corrente?” resumindo, a mim faltou-me a coragem e demorei até me comprometer com a Laura. A ideia ganhou forma e ânimo na minha cabeça após uma conversa com o Mário, ele mostrou-se interessado, quase apaixonado pela ideia, e aí senti o apoio necessário, dada a experiência e capacidade de produzir do Mário.
E assim me lancei na (contra) corrente, escusado será falar nas novelas sistemáticas do sistema (ESTC) (passo a redundância) entre argumento e realização.
Passo já ao meu papel no filme, que apesar de diluído, quero acreditar que foi importante, por mais não seja, ser aquele ilhéu que compreendia o choro da Laura. Numa primeira fase em que era preciso definir o que era o documentário antes do pseudo pitching, eu e a Laura conversamos bastante e chegamos aquela espécie de narrativa para o filme que consistia em acompanhar uma família de emigrantes de visita à terceira, visto daqui, em retrospectiva, esta foi uma óptima maneira de vender o nosso peixe, e quebrar o sistema, pois não foi nada disto que fizemos na terceira e ainda bem.
Neste pitching, que por sinal foi o que me correu melhor, com ou sem falsa narrativa, conseguimos com que o auditório percebe-se a essência da nossa busca e isso é que era importante e verdadeiro. Após este período o trabalho foi essencialmente da produção, mantive-me sempre próximo do Mário para o que fosse preciso e demos o espaço necessário à Laura, isto é, sem pressões.
Na terceira, o espaço dado à Realizadora mostrou-se constrangedor para a equipa, pois apesar da minha fé inabalável na Laura e neste documentário, nós andamos um pouco à nora nos primeiros dias, a falta de comunicação entre realização e restante equipa fez-nos a todos questionar o que estávamos a fazer ali.
Quando a Laura se foi abaixo depois de decidir não ir filmar a tal família, o Levi, com o seu dom de moderador, racionalizando sempre os problemas com sabias palavras, ajudou fortemente a comunicação do grupo. foi um processo gradual em que todos crescemos juntos e senti que éramos cada vez mais verdadeiros uns para os outros.
O sentimento colectivo de que tínhamos filme veio no primeiro dia de contacto com as festas de espirito santo, tão cedo não me esqueço da felicidade que ia em todos e em cada uma daquelas 6 almas.
Não quero revelar muito mais do que isto, a maior parte dos momentos foram tão fantásticos para mim que não merecem reflexão e fantástico aqui está tanto para a felicidade como para a tristeza (de vir embora).
O filme não está pronto, a Laura continua com dúvidas, eu já não tenho dúvidas, ajudei-a em grande parte da montagem junto da Patrícia, começamos de novo, acidente com o disco externo, começamos outra vez, é muito difícil colar todos aqueles planos fantásticos, mas não tenho dúvidas de que dará um bom filme, onde todos aprendemos muito, principalmente a fazer melhor para a próxima, e nós somos bem capazes de fazer melhor do que bom.

PS: Prometo tratar muito muito mal as condições de pós – produção da escola na PARTE 3

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Afinal

Publicado por milagre23 em Junho 18, 2009

Os projectos deverão passar ao suporte de exibição na 2ª 22 à tarde e a projecção dos documentários passará para a próxima 3ª feira, 23 de Junho de 2009, às 10h00, no auditório de cinema.

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Projecção dos Documentários

Publicado por milagre23 em Junho 18, 2009

A projecção dos documentários para os professores será, como combinado, amanhã, 6ª feira, 19 de Junho de 2009,  às 10h30, no auditório de cinema.

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Não resisti…

Publicado por ritacartageno em Junho 11, 2009

Mais umas fotografias da rodagem “O Choro dos Ilhéus”

Rita Cartageno

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O Choro dos Ilhéus 7º dia

Publicado por mariofilipecarvalho em Junho 8, 2009

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O Choro dos Ilhéus 6º dia

Publicado por mariofilipecarvalho em Junho 8, 2009

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O Choro dos Ilhéus 5º dia

Publicado por mariofilipecarvalho em Junho 8, 2009

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O Choro dos Ilhéus 4º dia

Publicado por mariofilipecarvalho em Junho 8, 2009

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O Choro dos Ilhéus 3º dia

Publicado por mariofilipecarvalho em Junho 8, 2009

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O Choro dos Ilhéus 2º dia

Publicado por mariofilipecarvalho em Junho 8, 2009

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O Choro dos Ilhéus 1º dia

Publicado por mariofilipecarvalho em Junho 3, 2009

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Exercício dos alunos de teatro do 2º ano – próximo domingo. Quem pode documentar o evento?

Publicado por Inês Lopes em Maio 26, 2009

A Vanessa Dias pediu para postar aqui isto porque não conseguia e assim o fiz :)

“Olá a tod@s

Há alguém que se encontre disponível este domingo, para gravar os exercícios dos alunos do 2º ano (Teatro)? A D. Luísa (Biblioteca) veio falar comigo esta tarde a perguntar se alguém do nosso ano estava disponível, eles queriam documentar o evento com a intenção de venderem posteriormente em dvd o resultado (não entrou em detalhes, apenas fez essa suposição), e fiquei de passar a mensagem

Os ensaios decorrem na próxima 6a feira, a partir das 17 horas (e queriam, também, gravações desses mesmos ensaios), sendo o exercício apresentado ao público no próximo domingo, das 15 às 18.
Se alguém puder avise-me com o máximo de brevidade possível, fiquei de lhes dizer alguma coisa até amanhã à tarde.

Obrigada pela vossa atenção, bom trabalho ;)

nota minha: espero sinceramente que haja material na escola para o fazer =0) eu desde já não me importaria, mas não posso este fim de semana… o pai e a mãe vêm de moçambique e 5 meses nos separam :)

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e falta só 1 dia

Publicado por laurabrasil em Maio 25, 2009

preparem-se para uma – espero eu – deambulação alucinante pelos sons e pelas imagens.

(ideias que fervilham neste período de pré-rodagem com muita pressão, adrenalina e madrugada, numa humilde casa da quinta das conchas) 

 

DSC_1623afamiliaa

 

imagenzinhas do nosso acolhedor refúgio/sede da produção do choro dos ilhéus, durante a próxima semana

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Rita Pavone para os Roda Viva

Publicado por milagre23 em Maio 24, 2009

Sem pretender imiscuir-me na private, também entro com uma oferta

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últimas imagens

Publicado por miguel em Maio 24, 2009

e agora a montagem… desejem-nos sorte!

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Para a equipa do “À Roda Viva”

Publicado por jorgejacome em Maio 21, 2009

familiar?

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uma panorâmica das couves p’ás covas

Publicado por patriciasampaio em Maio 18, 2009

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Para tod@s aqueles/as que ainda estavam com dúvidas quanto ao que estamos a fazer… preparem-se para ficar na mesma…

Vanessa, Zé, Patrícia

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À Roda Viva

Publicado por ritacartageno em Maio 16, 2009

Um cheirinho do primeiro dia de rodagem!
O Jorge estava doente, passou a gripe à Laura, que nos está a pegar a todos. No entanto, como profissionais que somos, o trabalho continua!
Já fizemos muitas asneiras, mas todas elas trouxeram bons resultados.
Lá vamos nós para o segundo dia de rodagem.
Mais uma volta, mais uma viagem!

Fotógrafo de cena: Miguel Cipriano

Rita, Jorge, Miguel, Ivone, Marta, Mário e Laura.

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